Nævus

por cam

BAIÃO, ABYSMO – Gosto de livros também como objectos de arte. Muitas vezes um livro que me chega às mãos é olhado demoradamente, cheirado, acariciado, folheado de trás para a frente e de frente para trás. Depois repousa, antes de se deixar ler – o prazer final. Foi (é) assim com Nævus, do poeta Rui Baião (editora Abysmo, 2013. Gravura de Thierry Simões. Edição de 250 exemplares, numerados e assinados pelos autores. Venda exclusiva online).

«Pouco importa a ruína dos dias, / resinas, um nojo a vapor; / essas coisas tão botânicas… // De nada servem palavras / atadas a ferros, frases sem cal / ardida, páginas e páginas / de gritos à descoberta / de melhor medo.»

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