BRAVO CABRITA

por cam

António Cabrita foi anunciado ontem como um os 60 finalistas do Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2012 no Brasil.

O prémio, que completa dez anos em 2012,tem três categorias: romance; conto/crónica, e poesia. Por enquanto, são 20 indicados para cada categoria. Em Setembro, os 60 finalistas serão reduzidos a 12. A premiação será realizada em Novembro, em data e local ainda não definidos. Foram inscritos, inicialmente, 502 livros publicados no Brasil em 2011.

O vencedor de cada categoria ganha R$ 50 mil e pode ganhar mais R$ 50 mil, na última etapa, caso ele seja o melhor dos três vencedores: o Grande Prêmio Portugal Telecom 2012. O júri das etapas finais é composto por Alcides Villaça, Antonio Carlos Secchin, Benjamin Abdala Júnior, Leyla Perrone Moisés, Manuel da Costa Pinto e Maria Esther Maciel. A curadoria é formada pela curadora-coordenadora e consultora literária da Portugal Telecom, Selma Caetano, pelo especialista em literatura brasileira, José Castello, pela especialista em literatura portuguesa, Madalena Vaz Pinto, e pela especialista em literatura africana, Tania Celestino de Macedo.

Cabrita, radicado em Moçambique, publicou em Portugal o ano passado uma novela policial, O Branco das Sombras Chinesas, a meias com João Paulo Cotrim, na Abysmo, e este ano um ensaio poético, Respirar, nas edições Língua Morta, e, há dias, Ficas a Dever-me uma Noite de Arromba, uma colectânea de contos na recém-criada Companhia das Ilhas.

OS 20 FINALISTAS NA CATEGORIA ROMANCE:

A Maldição de Ondina, de António Cabrita (Associação Cultural Letra Selvagem)

A Máquina de Fazer Espanhóis, de Valter Hugo Mãe (Cosac Naify)

A Vendedora de Fósforos, de Adriana Lunardi (Rocco)

Diário da Queda, de Michel Laub (Companhia das Letras)

Dois Rios, de Tatiana Salem Levy (Record)

Domingos sem Deus, de Luiz Ruffato (Record)

Don Solidon, de Hélio Pólvora (Casarão do verbo)

Habitante Irreal, de Paulo Scott (Alfaguara)

Infâmia, de Ana Maria Machado (Alfaguara)

K., de Bernardo Kucinski (Expressão Popular)

Meu Pseudônimo e Eu, de Marco Guimarães (Octavo)

Minas do Ouro, de Frei Betto (Rocco)

O Passeador, de Luciana Hidalgo (Rocco)

O Senhor do Lado Esquerdo, de Alberto Mussa (Record)

Perdição, de Luiz Vilela (Record)

Poltrona 27, de Carlos Herculano Lopes (Record)

Procura do Romance, de Julián Fuks (Record)

Tapete do Silêncio, de Menalton Braff (Global)

Uma Duas, de Eliane Brum (Leya)

Vermelho Amargo, de Bartolomeu Campos de Queiróz (Cosac Naify)

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