QUANDO A ESTUPIDEZ ANDA À SOLTA

por cam

Perto do final do ano, como agora, costumo fazer planos para “furar” no ano que virá. Hoje, ocorreu-me que no passado também fiz projectos igualmente “furados”, estes não por mim, mas por terceiros, quantas vezes maldosamente – ou por simples estupidez e ignorância. É o caso, que inclui todos os epítetos descritos, dos Cadernos SIBIL, das Lajes do Pico. Enquanto trabalhei na Câmara, como coordenador da área cultural, criei alguns projectos editoriais. Este, o dos Cadernos SIBIL, fi-lo em colaboração com o José Augusto Soares. Os Cadernos eram dedicados à cultura baleeira e à biologia e ecologia dos grandes cetáceos, e era publicado sobre a égide do Centro de Artes e de Ciências do Mar, que concebi e instalei, na recuperada fábrica da baleia SIBIL (nome da sociedade antiga proprietária da fábrica de transformação de produtos do cachalote). Saiu em 2007 o primeiro e último número.

Direcção de Carlos Alberto Machado e José Augusto Soares

 

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