AMOR LIVRE

por cam

Leitura inesperada de Amor Livre e Outras Histórias, de Ali Smith (Quetzal, 2011): o Helder Moura Pereira, que traduziu o livro, aproveitou um almoço de mata-saudades para mo oferecer.

Emperrei de início – primeiro estranha-se, depois entranha-se – e depois lá fui até ao fim, sempre surpreendido pela fluidez da escrita (diga-se também, da elegante escrita do Helder), pelos enfoques inesperados, por um certo non-sense, por uma certa crueza e descrença nas relações entre as pessoas, a partir de pequenas coisas do quotidiano; mas, ao contrário, alguém poderá dizer alguns que este é um “livro feliz”. Ali Smith (Inverness, 1962), gosta de não-terminar as suas histórias, adia ou suspende a “moral”. Assim seja.  

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