LEMBRAR

por cam

«Lembrar o mar e as coisas velhas! Como se não fosse essa a nossa operação familiar! Como se um homem não nascesse para ter saudade daquilo que foi e onde o foi, com peripécias que já se reconstituem mal, caras queridas que o tempo e a morte apagaram, mas cujas vozes vêm levantar-se no coração como a camada de folhas que um vento de Outono arrepia e logo deixa aquietar.»

Vitorino Nemésio, O Corsário das Ilhas, Lisboa, IN-CM, 1998: 118.

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