MOÇAMBIQUE, AINDA

por cam

 

Natureza morta, de José-Augusto França

Memórias em voo rasante, de Jacinto Veloso

Depois de ter estado quase dois meses em Moçambique e de ter escrito um romance de “temática luso-moçambicana” (à espera de resposta do editor…), continuo mergulhado na história e na literatura relacionáveis. Chegaram-me hoje pelos CTT Memórias em voo rasante, de Jacinto Veloso (Papa Letras, 2007) e o romance de José-Augusto França Natureza morta (IN-CM, 2005, 1ª ed. 1949). A juntar às dezenas amontoados em espera… (e também mais de duas centenas de textos em PDF, de vário interesse e dimensão!). O projecto que tenho entre mãos, ainda muito embrionário, tem como focos o aventureiro inglês William Bolts, que ao serviço da Imperatriz Teresa (Habsburgos) cria em Lourenço Marques (Delagoa Bay) uma feitoria comercial nos finais do século XVIII, e do seu Residente aí, o francês André Pollet. Este, casa em Lisboa com uma portuguesa. Na mesma altura em que se lutava (e matava), pelo marfim em terras “portuguesas” da África Oriental, a Europa andava a pensar o homem e a humanidade com novas ideias (Diderot, Voltaire, Rousseau, Locke, Espinosa, Montesquieu, etc.) e a primeira grande revolução moderna estava às portas, de França – pouco tempo antes do terramoto de Lisboa de 1755.

Por aqui me encontrarão durante os próximos meses.

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