O OCIDENTE E O EXOTISMO

por cam

É sabido que continua por aí vaga dos romances (e afins) ditos de autores “lusófonos”; acresce, em lusófonos de Portugal (aqui nados, sem sempre criados) a escrita de romances de “temáticas africanas”. Ou o mundo “exótico” de África, Ásia, América Latina. Renitente, aceito que nem sempre de forma sensata, a modismos, em especial a explosões de génios, vou por outras leituras: Os Argonautas do Pacífico Ocidental, Malinovski; Vidas Caídas – Diário de um Repórter na Amazónia, de José Amaro Dionísio; Ébano, de Ryszard Kapuscinski; Miroir de l’Afrique, de Michel Leiris; O Coração das Trevas, de Joseph Conrad; Equador, de Henri Michaux, Expedição ao Amazonas, de Alain Gheerbrant; Os Filhos de Sanchez, de Oscar Lewis; Tristes Trópicos, de Claude Lévi-Strauss; Vou lá Visitar Pastores, de Ruy Duarte de Carvalho – entre tantas, tantas outras.

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